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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Creme de alho

Creme de alho by jcoarq
Creme de alho, a photo by jcoarq on Flickr.

Depois do pão italiano recheado continuo na seção de petiscos.

A dica agora é um patê de alho que também pode se passar por molho de salada (caso opte por deixá-lo mais fluido). A receita, trazida pela minha irmã, lá do Paraná, tem arrancado suspiros, e acompanha torradinhas feitas em casa (com temperinhos e manteiga) e, é lógico, com uma cerveja bem gelada.

Os ingredientes são:
1 xícara de leite;
1 fatia grossa de cebola (rodela);
3 dentes de alho, sem a parte verde interna;
mostarda (apenas um esguicho);
ketchup (apenas um esguicho);
cheiro verde;
sal e pimenta a gosto.
óleo até dar ponto de maionese;
queijo (opcional).

Comece por bater o leite no liquidificador até ficar espumante. Acrescente os demais ingredientes (menos o óleo) e bata bem. Continue batendo e vá despejando um fio de óleo até que fique com consistência de maionese. Caso queira um patê mais denso corte pedaços de queijo de sua preferência e bata mais um pouco.

Agora é só colocar em um recipiente bem bonito e colher elogios.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Terrine de fígado de galinha

Terrine de carne 01 by jcoarq

Uma deliciosa surpresa foi essa Terrine de fígado de galinha 
apresentada no Diário do Olivier essa semana.

Digo surpresa porque nunca fui muito afeita à fígado de galinha, mas ao ver a receita sendo executada no programa, fiquei com água na boca. Vale a pena ver o vídeo e pegar a receita no site.

Ao pesquisar sobre terrine`s descobri que este tipo de patê, na sua origem, é envolvido em gordura animal e assado em banho maria, ao contrários de outros tipos de patês franceses. Também é necessário que se utilize formas próprias.

O site do Oba Gastronomia ainda dá uma pequena explicação que achei bem legal:
 "Terrine é o termo francês que denomina uma vasilha funda, com tampa, geralmente de cerâmica e própria para ir ao forno. Por analogia, o termo deu o nome aos pratos cozidos na terrine, caso do Patê."

Bem, a mistura dos ingredientes parece o caminho certo para o entupimento de veias, já que a quantidade de gordura é grande. Mas, como não se come terrines todos os dias...

Passei uma semana contando os minutos para ter tempo e fazê-la. Na véspera do feriado, saí do trabalho e fui direto a casa de carne mais próxima para comprar os ingredientes fresquinhos. E aí está a minha terrine. Que orgulho e que delícia.

No programa do Olivier, ele aconselha que se coma a terrine como entrada acompanhada de pães ou torradas, não me lembro bem, então vale a pena tentar cortá-la mais fininha (as primeiras ficaram grossas).

Bon appétit!